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it's carol

Um blog sobre tudo. Sobre o que me apetecer. Acima de tudo, sobre o que sou.

08.Set.17

Regressar às páginas da nossa história

carol
O verbo regressar acrescenta ritmo à nossa narrativa. Nem que seja o ritmo acelerado dos dias preenchidos depois da lentidão dos dias demorados. Regressar devolve à nossa história os rostos familiares, os locais habituais e os sentimentos complexos. Fica sempre a vontade de fugir pouco tempo depois de se regressar. Mas não há escapatória que receba melhor os corações que os reencontros, onde os encontros deixaram umas virgulas há uns tempos. E a saudade apaga-se devagar para que (...)
14.Ago.17

Aqui. Sem rede. Com muitas ligações.

carol
Aqui não há wi-fi e a rede móvel é pouca, mas as pessoas conectam-se de outras formas. Aqui as redes sociais ligam-se à sombra de uma árvore ou na mesa de um café local e as partilhas passam por memórias do passado e reencontros no [e do] presente. Aqui os dias recarregam as baterias e viciam-nas na intensidade com que tudo acontece. Aqui a memória nunca está cheia porque há sempre espaço para mais. Aqui tudo acontece em tempo real, até no replay das almas mais nostálgicas e (...)
12.Ago.17

Quando as nossas memórias não cabem na memória do nosso telemóvel

carol
A memória do meu telemóvel está constantemente cheia. Cheia de outras memórias que me dizem mais [muito mais] do que alguns gigas de que preciso para imortalizar um momento. Não é que ache que as memórias só cá ficam se forem registadas, mas há fotografias que pintam com cores nítidas as nossas recordações e as tornam muito mais próximas de nós. O verão enche-nos a alma e [pelo menos a mim] a memória do telemóvel. Por mais que passe tudo o que tenho para o computador, uns (...)
01.Ago.17

Um like para o mês de agosto

carol
Agosto, o pico do verão [seja lá o que isso for]. Agosto, também conhecido como o mês em que o número de fotografias partilhadas nas redes sociais aumenta substancialmente [por parte daqueles que estão a gozar umas belas férias, claro]. Nunca fomos tão facilmente inseridos nas férias uns dos outros nem nunca conseguimos estar em tantos lugares ao mesmo tempo como agora. Até aqueles que preferem ficar na toalha [até esses!] são obrigados a molhar os pés nas águas de um mar (...)