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it's carol

Um blog sobre tudo. Sobre o que me apetecer. Acima de tudo, sobre o que sou.

03.Jul.18

TAG - Este Verão Eu Vou...

Tag de verão. Como adoro isto. Adorava ainda mais se o verão tivesse vindo definitivamente para ficar e não para nos iludir com dias que englobam as quatros estações em simultâneo. Esta tag tem o nome de "Este Verão Eu Vou..." e consiste em revelar 10 coisas que quero fazer este verão [se ele decidir existir]. As três regras básicas para quem participa são agradecer a quem fez te fez a nomeação [neste caso, muito obrigada Ana!], fazer uma lista com 10 coisas que sejam [mais ou menos] exequíveis e nomear outros 5 blogs para que possam responder também.

 

Vamos ser verdadeiros, verão é sinónimo de muitas coisas. Coisas essas desejadas pela grande maioria. Fazendo ou não parte dessa maioria, há clichés que não podem faltar no meu verão. Só não queria que esta lista fosse mais uma igual a tantas outras, por isso desafio-vos: imaginem aqueles dias em que o termómetro marca quase 40º, a vossa preguiça está a altas temperaturas e só vos apetece vestir uma coisa fresca, meter uns chinelos nos pés e deambular até ao primeiro local onde possam mergulhar na água fresca com sal ou coloro. Estão a imaginar? É assim que vai estar esta lista: cheia de bons clichés, sem organização nenhuma. Porque o verão não cumpre horários, mas há-de cumprir os desejos que aqui confessarei. 

 

- Desligar a rede que me prende o ano todo a rotinas. Viver uns dias mais desconectada do mundo-de-sempre para me conectar ao mundo bronzeado e bem disposto que tenho de família e amigos. Falamos em código, mas dispensamos palavras passe.

- Ler cada dia devagar e com atenção para que no final não faltem histórias para contar. Saber interpretar e aproveitar cada som, cheiro ou até mesmo o mais pequeno grão de areia que foge da praia. 

- Mergulhar nos filmes e nas séries que tinha em atraso [coisa que já pus em prática]. Fazer maratonas de episódios. Aceito sugestões de águas doces ou salgadas, tenho para troca e em breve partilharei algumas aqui no blog. Fazer de nadadora salvadora no sofá é estar sempre atenta ao que pode acontecer a seguir [vigio Riverdale neste momento e estou a adorar]. 

- Passear nas páginas dos livros que andava a guardar para que as possa descobrir com tempo. Pisar novas histórias em chinelos, descalça ou com os pés de molho. As saudades que eu tinha de viajar nos capítulos de um bom livro. Não há rua em que me perca, porque até mesmo quando não sei onde estou, sei sempre que aquela é a minha praia. 

- Exercitar a arte de não fazer nada. E que bom que é viver sem pensar em horários. Não sei se os ginásios têm um treino especial para este exercício, mas é certamente sem ter pesos nos ombros e relógio no pulso. O tempo corre e há lá coisa melhor que ficarmos cansados por podermos escolher o nosso próprio ritmo. 

- Conviver com o pôr-do-sol regularmente e conhecer o nascer-do-sol esporadicamente, que a convivência exige horários tardios. Não é só o sol que se põe, há muita conversa para pôr em dia enquanto fica de noite. É dos convívios que mais aprecio, este com as pinturas que se fazem no céu.

- Ver aquilo que o verão traz e que não tem espaço no inverno. Os sorrisos descontraídos, a pele bronzeada, os cabelos despenteados, as ruas luminosas e as cores vivas desta época feliz. Fazer memórias alegres em cenários diferentes daquele que é o dia-a-dia de todos os dias.   
- Fotografar a novidade. Captar as descobertas da estação: os lugares, as pessoas, o meu próprio crescimento. Há bons cliques à espera de uma oportunidade. Não vai ser desta que fico com um bronze de meter inveja [isso jamais acontecerá, já aceitei]. Quero a fotografia perfeita. Não uma perfeição que não existe, não um registo para partilhar nas redes sociais. Quero um retrato realista do movimento, do descanso, do gozo, dos finais de tarde, das roupas frescas, de casa, de outra casa, da diversão e do silêncio. Que haja espaço para tudo isto e mais alguma coisa. 

- Dormir num cansaço que não existe, na preguiça do calor. É mais descansar os olhos antes de ter de abri-los ao som de um despertador. Adormecer fora de horas e acordar fora de horas, que as horas fecham os olhos e não perseguem as trocas que lhes damos. 

- Recarregar a alma com calma. Se há coisa que gosto nesta altura é de saber que a descontração nos permite viver devagar. A bateria repõem-se com o tempo. Desligamos o modo poupança de energia porque o verão, e tudo o que ele traz, é uma power bank que nos acompanha. Os dias são compridos. Somos movidos pelo sol para as sombras mais próximas. No fundo somos energias renováveis de chinelo no pé e óculos de sol na cara.

 

A fazer figas para que a estação não me falhe. Venha de lá esse calor, que eu quero motivos para comer um bom gelado e ficar dentro de água todo o tempo que me apetecer. Por enquanto, tenho devorado filmes e séries e nadado em livros [e não me posso queixar!]. 

Vou nomear: A Rapariga do Autocarro, Sorriso Incógnito, Dream With MeDomingo à Tarde, Dezoito [espero que se divirtam!].

 

Obrigada pela nomeação, Ana! Espero ter estado à altura do desafio.

Aproveitem o verão, não tarde é natal!

 

 

Carol

 

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