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it's carol

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21.Mai.18

6 sentimentos que ficam após o casamento real

Este fim-de-semana as atenções centraram-se no casamento real do Duques de Sussex [e no divórcio polémico entre o Bruno de Carvalho e o Sporting]. Chuto já para canto esse assunto e seguimos com a bola para a frente com o casório. Vamos a isso. Assistiram à cerimónia? Foi-vos indiferente? Não sei se acredito muito nesse encolher de ombros. Para que não restem dúvidas, trago-vos a lista dos 6 sentimentos com que as pessoas ficaram após o casamento real:

 

Desejo. Confessem. Há uma enorme vontade que as igrejas passem a ter sofás em vez de bancos de madeira, porque foi muito melhor assistir à cerimónia sentadinho [ou deitadinho ou como se quiser, na verdade] nas almofadas fofas. 

Satisfação. Quão mais confortável é estar a assistir a um casamento com roupa "normal" ou, no caso de quem gosta de arriscar no mundo da moda, de pijama? Ninguém nos julga e, ainda assim, nós julgamos todos os outros porque levam um chapéu assim ou assado. De cabeça erguida e despenteados [porque podemos], criticamos cores e modelitos. Avaliamos a postura da nobreza, com postura de quem tem como trono um sofá.

Desconfiança. Não neguem. Acreditam mesmo que o príncipe Harry tenha dito "Tu estás deslumbrante. Eu sou tão sortudo."? Hum, não sei não. Reparem bem nos lábios dele e vejam lá se ele não pode estar a dizer "Sabes o que oiço? Eu oiço Laurel". Pensem nisto e digam-me se não é de desconfiar. 

Esperança. Afinal os príncipes e as princesas existem. Há coroas, diamantes e véus com vários metros de comprimento. Estamos numa boa direção, as princesas até já caminham sozinhas até ao altar e mostram que não precisam de um beijo mágico que as salve. A História é agora muito mais encantada e justa para os dois. E os príncipes não são espécie extinta. Eles andem aí

Desorientação. Este sentimento é compreensível. Nestes eventos há sempre cavalos e chapéus em abundância. Às tantas já não sabemos se estamos a assistir a um casamento, ao desfile de moda o-meu-chapéu-é-mais-bizarro-que-o-teu ou a um documentário do National Geographic sobre "A vida de um cavalo". 

Frustração. O que mais dói quando percebemos que vivemos a cerimónia na qual não estivemos e para a qual nem fomos convidados. Pois é. Queriam. Viram pela televisão e já foi uma sorte. Pensem no lado positivo: zero despesa em roupa, deslocação e prendas, zero quilos a mais porque o copo d'água [que é sempre a melhor parte], a esse, ninguém lhe pôs a vista em cima, zero probabilidades de fazer algo pouco apropriado e acabar viral nas redes sociais. Bom para todos, estão a ver. Sigam com as vossas vidinhas que os noivos continuam na deles, que é, possivelmente, é muito menos stressante. 

 

Ninguém disse que era fácil não ter sangue azul. Contentamo-nos com os castelos de areia que estamos quase a poder fazer na praia. Felicidades aos noivos. Aceitamos receber o que sobrou da festa, até um bocadinho do véu se fizerem muita questão.

 

Carol

 

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