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it's carol

Um blog sobre tudo. Sobre o que me apetecer. Acima de tudo, sobre o que sou.

10.Abr.17

A nova Cristina [da mesma Cristina que todos conhecemos]

Comprei a primeira edição da nova revista da Cristina Ferreira [que mantém o nome continuando a chamar-se Cristina]. Muito se falou sobre o fim e o início do projeto e muito se continuará a falar [porque as pessoas acham que devem dizer sempre alguma coisa mesmo quando nada há a dizer]. Mas digam o que disserem a revista é um sucesso de vendas porque merece e porque tem tudo para o ser. São os 3€ mais bem gastos numa revista como esta [que tem tudo o que se espera e o que não se espera]. As capas cativam e muitas vezes superam as expectativas quanto ao que vem no interior. É uma boa leitura para descontrair, rir e descobrir quem está do outro lado das palavras impressas nas folhas. Comprei algumas edições da "antiga Cristina", mas a esta [a nova] não podia falhar. Era obrigatório ver o que mudou entre as duas. Ainda para mais, a entrevista principal é feita pelo Manuel Luís Goucha à própria Cristina [e a capa é diferente do óbvio, têm mesmo de ver!]. E tudo, mais uma vez, faz sentido. Nem o local da entrevista foi escolhido ao acaso: um palácio em obras, de restauro e recuperação [interpretem como quiserem, mas a minha interpretação fez com que escorregasse devagar numa conversa entre duas pessoas que se conhecem e compreendem depressa]. Vou sempre admirar esta dupla. E manter por perto a primeira edição da nova Cristina. Porque o que para foi dito, e agora foi escrito, serve para qualquer um de nós. Os que sonham. Os que não baixam os braços e os que [mais tarde ou mais cedo] acabarão por vencer. Parece um cliché. E talvez seja por isso, por pensarmos que sabemos tanto sobre tudo, que não se conhecem todas as Cristinas que andam por aí. Não é fácil começar do zero, mas é tão prazeroso alcançar outros números [mesmo que isso implique passarmos anos a fazer contas]. 

Sinceramente, acho que de uma Cristina para a outra pouco se alterou e a essência manteve-se [tal como os textos, as capas, as fotografias e tudo aquilo que adoro e me faz comprar a revista]. Talvez tenha sido "apenas" mais um "começar do zero" que a vida tanto precisa para treinar a matemática das contas grandes [porque esta edição, tenho a certeza, vai mexer com grandes números]. 

Parabéns, Cristina! Pode ser que despertes nas pessoas [e em todas as Cristinas que por aí andam] a vontade de pegar na calculadora e começar a fazer contas à vida [e  encarar nos zeros o início da concretização dos sonhos numerosos].

 

Não vos conto mais. Se puderem, leiam [e desfrutem],

 

Carol

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08.Abr.17

O que ando a ouvir [#3]

Este sol pede mesmo a atualização das playlists de inverno [esqueçam lá as músicas nostálgicas dos dias de chuva!]. Muito fácil: é despir os casacos, aumentar o volume e pôr esses pés a mexer e essas cabeças a abanar. Estou a tratar disso e partilho convosco as músicas que a primavera trouxe [ou que trouxeram a primavera]. Alguma sugestão para acrescentar [e dançar ainda mais]?
 
Luis Fonsi - Despacito ft. Daddy Yankee
[A música do momento! Todos sabemos o refrão, já a restante letra... é mais difícil de cantar]

 

OS DOIS - PROMESSAS
[Saiu há uns dias. É uma banda nova. Acho que promete mesmo] 

  

Diogo Piçarra - Já Não Falamos
[Já disse quase tudo sobre este novo álbum do Diogo Piçarra, podem ler aqui]

 

VIRGUL - Rainha
[Estava mesmo curiosa para ouvir esta. Foi lançada ontem e se gostarem tanto quanto eu, vai ser um sucesso]

07.Abr.17

Fui assistir às Manhãs da Comercial [e ainda não recuperei]

Sabem aqueles dias que passam demasiado rápido? Aqueles em que não dá para parar o tempo ou andar com ele para trás, como fazemos na box lá de casa, sabem? Ontem [para mim] foi um desses dias. Fiz 19 anos [podem ler o que escrevi sobre isso aqui]. Recebi muitas mensagens de parabéns, estive com as pessoas que mais gosto e que fazem com que estas datas se tornem verdadeiramente especiais e aproveitei o dia ao máximo [e até ao fim!]. Foi um dia de emoções fortes [e boas!]. Que teve início com uma experiência [incrível] que vivi: fui assistir às Manhãs da Rádio Comercial ao vivo. Sou fã [já o tinha referido no blog, mas é sempre bom recordar]. Desta vez ouvi toda a emissão das manhãs mesmo ali com o César, o Vasco, a Luísa e o Pedro à minha frente. Que equipa espetacular! Todos me receberam tão bem que, por momentos, senti que aquilo era uma rotina [que nos víamos diariamente]. O estúdio é, praticamente, como imaginava. O ambiente, esse, é ainda mais divertido e familiar ao vivo [sente-se mesmo]. É claro que [não podia deixar de referir que] senti falta do Nuno Markl e do Ricardo Araújo Pereira [adoraria tê-los conhecido], mas fica para uma próxima [estou a pensar seriamente em fazer anos brevemente só para poder repetir a experiência, ainda não sei como, mas tenho de começar a pensar numa data]. Também tive a oportunidade de conhecer a Vanessa Cruz, umas das pessoas responsáveis por atualizar todas as redes sociais da Rádio Comercial [se puderem espreitem o facebook e vão perceber do que estou a falar]. Adorei conhecer a Vanessa assim como adorei conhecer a Elsa Teixeira. Não esquecerei a maneira acolhedora com que a Elsa [a produtora das Manhãs] me recebeu e a oportunidade que me proporcionou. É para ela que vai o meu maior [e mais entusiástico] obrigada. Acompanhou-me nos corredores [onde eu era capaz de me perder no meio de tanta coisa que não me importaria nada de explorar ao pormenor] e ainda me deixou conhecer a Catarina Miranda [que tem só a voz mais doce e é só uma das locutoras mais queridas da Rádio Comercial]. Saí daquela manhã sem folgo e com o nível de felicidade no máximo. Não há como agradecer. A todos. Ao Pedro Ribeiro, ao Vasco Palmeirim, ao César Mourão, à Luísa Barbosa, à Catarina Miranda, à Vanessa Cruz e à Elsa Teixeira. Ouvir a Rádio Comercial agora acho que me deixa ainda mais feliz do que antes. E quando decidir qual é a próxima data em que faço anos [desta vez dezanove e meio] aviso-vos!

 

Obrigada, Comercial! Agora sim, já vos ouvi em casa, no carro e em todo o lado!

 

A ouvinte,

Carol

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07.Abr.17

A minha primeira follow friday [e um unicórnio irresistível]

É a primeira Follow Friday em que participo [vamos lá ver como é que corre]. Descobri este blog há pouco tempo, mas tenho de vos dizer que fiquei derretida desde o primeiro momento [sou uma pessoa sensível, é verdade]. Têm de espreitar o lost in wonderland. Quando for grande também quero um templante tão original [e profissional] para o meu blog. Experimentem só passar o rato por cima do unicórnio [aii, é tão querido!]. "Vaidosisses" à parte, o blog fala, não só sobre viagens, como também sobre outros temas que a mim me interessam [e de certeza que a vocês também]. Passem por lá [e não se esqueçam de ver a reação do unicórnio no título!].

É sexta-feira, dia de festejar [e aproveitar para pôr o sono em dia],

Carol

06.Abr.17

19 anos [a viver nas alturas]

Dia 6. 19 anos. Faço 19 anos [yeah!]. Como é que me sinto por fazer 19 anos? Não sei bem. Em criança [não agora, mas quando tinha realmente idade para ser criança] imaginava uma Carol diferente com 19 anos. Do género: adulta, trabalhadora, dedicada a uma vida independente... sei lá, agora que penso nisso acho que até me imaginava casada e com filhos [enfim, sabem como são as crianças!]. Mas agora já não imagino nada. Chega até a ser estranho quando me perguntam a idade [hesito sempre uns segundos antes de responder]. O último ano, aquele de que tenho mais memória, foi diferente dos outros e foi especial. Eram 18 anos. Sempre quis fazer 18 anos [e de repente, já passaram]. Aproveitei ao máximo, disso não tenho dúvidas. Não fiz tudo o que tinha idealizado porque nem sempre as coisas correm como nós queremos. E ainda bem. A imprevisibilidade, a mudança de rumo das coisas que achamos que conseguimos planear... isso faz parte da vida. E é algo que tenho vindo a aprender [a idade não perdoa e parece que vamos mesmo aprendendo alguma coisa a cada vez que lhe adicionamos mais um número]. Mas houve outros rumos que me levaram por caminhos ainda melhores do que tinha planeado. E disso não me posso queixar. Se até aos 17 anos tinha sido uma pessoa feliz, aos 18 renovei o meu conceito de felicidade e consegui ser ainda mais feliz. E se tivesse uma conversinha com a criança Carol talvez a desiludisse. Não, não trabalho, mas estou a tirar o curso dos meus sonhos para que um dia tenha a profissão que mais me faz feliz. Não, não sou adulta como os adultos que andam por aí sempre preocupados com coisas que as crianças [como eu] não percebem. Quanto à vida independente, não tenho pressa, felizmente [os pais adultos dão-me a independência que preciso para continuar a viver dependente do amor que tenho por eles e por toda a minha família]. E não, não sou casada e muito menos tenho filhos. Mas há coisas que não mudam. Continuo a preferir um bom par de ténis a uns saltos altos e nada troco por passar uma noite em casa a ver a novela ou a ler um livro [disto ela, a criança, ia ficar orgulhosa]. E continuo a sonhar. Algumas vezes alto de mais. E é nas alturas da vida [e dos sonhos] que quero viver para sempre. É lá que ainda está a criança Carol de antes, a de agora e a de amanhã. Os anos também passam por lá e de vez em quando pedirão para que desça ao andar de baixo. De elevador [quando estou com tempo], de escadas [quando é uma situação emergente]. Mas não tenho medo de alturas [mesmo que deteste desportos radicais]. Porque não teria graça nenhuma ter descido de lá para me tornar na adulta Carol que me imaginava. Tenho 19 anos [ainda que isso me soe estranho]. Sou diferente do que imaginava, mas mais feliz do que poderia pensar que era possível. É uma data especial. E que se repita, todos os anos aqui nas alturas [porque, para além de tudo, é daqui que se vê o melhor pôr-do-sol... como adoro o pôr-do-sol, sabiam?]
 
Parabéns para mim [que também tenho direito]! Que o conceito de felicidade esteja em constante atualização e que a versão seguinte seja sempre melhor do que a anterior [mais ou menos como nos telemóveis]!
 
Hoje, deixo-a assinar por mim,
 
[criança] Carol
05.Abr.17

A corrida às praias nos primeiros dias de abril

Há três dias que não escrevo no blog, mas, e apesar de não o ter feito para aqui, tenho escrito para outros [con]textos [e trabalhos da faculdade!]. Vamos deixar isso de parte e falar de coisas bem mais interessantes [ou talvez não]. Porque é que, de repente, está a haver uma corrida às praias do nosso país? Desculpem a ignorância [tenho andado ocupada com outras coisas], mas não percebi o porquê de nos primeiros dias de abril os portugueses estarem completamente desesperados por ir à praia. Está bom tempo [sim, muito bom tempo aliás], fica bem meter a foto da praxe nas redes sociais [fazer inveja a quem já nem se lembra do que é pôr os pés na areia] e até sabe bem apanhar sol num sitio tão bonito. Mas tenham calma. A praia não vai fugir. O verão já nem está assim tão longe. Parece-me bem ir dar um passeio [e registar o momento com uma bela fotografia para pôr no instagram, claro], mas ir e fingirmos que estamos em pleno mês de agosto não deve ser assim tão agradável. Só de ver as fotos, dá-me arrepios. Porque é que os portugueses são sempre tão apressados [e desesperados] nestas coisas. Cada coisa a seu tempo [e os mergulhos, de preferência, só no verão]. Sim, está muito sol e as temperaturas subiram, no entanto ainda nem as lojas estão preparadas para lançar o biquíni da moda para o verão de 2017. Comecem a apostar nas mangas curtas, nas bebidas mais frescas e nos passeios ao ar livre e deixem o verdadeiro verão no sitio onde ele pertence. Ainda para mais, já não é nada original ir à praia [e a banhos] em abril porque pelos vistos há cada vez mais gente a fazê-lo. Não gosto nada de pressas. Calma, a praia vai lá estar daqui a uns meses [bem melhor do que agora]. Se querem uma boa foto aproveitem estes dias [porque o tempo bom não deve estar para durar], mas fiquem-se pela areia [e tragam um bocadinho para quem já nem sabe o que isso é].

 

Talvez esteja a precisar de um bom banho [de sol], de voltar a sentir a areia e de atualizar as fotografias do instagram [e já que é para ser sincera] ter um bocadinho mais de tempo livre.

 

Carol