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it's carol

Um blog sobre tudo. Sobre o que me apetecer. Acima de tudo, sobre o que sou.

21.Abr.17

Com ou sem pipocas? [#1]

Nos últimos dias tenho tido mais tempo livre e aproveitei para ver alguns filmes que tinha na minha lista mental de Filmes-Para-Ver-Quando-Tiver-Tempo-A-Sério. Achei que devia partilhar convosco caso também queriam acrescentar à vossa lista mental [que eu sei que também existe]:

 

[ Se estiverem interessados, podem clicar em cima dos cartazes e, assim, assistir aos trailers dos respetivos filmes ]

 

A Modista
Este foi o meu filme favorito. Gostei mais do que pensava gostar. Se não viram, deviam ver [e prestar bem atenção às mensagens que passa]
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ALOHA

Um filme descontraído e simples. Apesar de esperar mais da história, gostei e voltaria a ver. 

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O Espaço Que Nos Une

Tinha depositado muitas expectativas neste filme, confesso, e não correspondeu. Esperava algo muito diferente. Acontece tudo muito depressa. [Quase que nos faz acreditar que viajar entre a Terra e Marte é o mesmo que viajar entre Lisboa e o Porto]

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Comer Orar e Amar
Vi este filme há uns anos [e de repente parece que sou uma velhota que anda para aqui a escrever coisas em blogs] e agora revi-o porque vou fazer um trabalho sobre ele [tudo informações que vocês dispensavam saber, eu sei]. É um filme feliz [e um tanto lamechas]. Foi bom revê-lo.

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Estas são as minhas sugestões. Têm alguma para acrescentar à minha lista?

 

Carol

19.Abr.17

Queriam enviar um audio pelo whatsapp ao Ronaldo. Queriam.

Gosto de andar atenta à publicidade que anda por aí e [mesmo que perceba pouco sobre o assunto] às estratégias utilizadas pelas marcas e que levam o consumidor a querer comprar determinado produto. E a mais recente campanha da MEO surtiu algum efeito em mim. Não é novidade para ninguém que a cara [e o corpo] dos anúncios desta empresa de comunicações é o Cristiano Ronaldo e desta vez isso mantém-se. O menino que no Natal passado ficou sozinho em casa ['tadinho!] desta vez conta-nos a sua história desde o princípio. Melhor dizendo, o passado do Ronaldo é nos contado através das tecnologias do presente. Gostei da ideia. Quase nos faz acreditar que também podemos ser os melhores do mundo apenas porque também usamos o whatsapp, o facebook ou o skype. Achei a ideia original e se me chamou a atenção a mim, acredito que tenha provocado o mesmo efeito em [alguns] de vocês. E desde que o rapaz aprendeu a cantar em frente ao espelho pelos vistos agora não quer outra coisa [fez-lhe bem ficar sozinho em casa].

Se ainda não viram os vídeos publicitários, vejam [e antes de dizerem que em 1997 não havia whatsapp, lembrem-se que estamos a falar do Cristiano Ronaldo, o homem que consegue tudo e que tem "algumas" possibilidades para mandar criar o que quiser quando bem lhe apetecer].

 

Gostei da originalidade,

 

Carol

"O Mundo é a Tua Casa"

 "SMART NET"

17.Abr.17

Sou aquela pessoa que pede a senha do wi-fi

Sou assumidamente dependente do meu telemóvel, do meu computador, da minha máquina fotográfica e da minha internet. É grave, eu sei [mas há dependências piores]. O grande problema acontece quando estou fora de casa. Fora das zonas que considero minhas. Dos locais que costumo frequentar e onde tenho tudo aquilo que preciso para viver uma vida [minimamente] conectada. Quando estou fora [como foi o caso do fim-de-semana que passou] e passo a estar dentro de locais desconectados de tudo o que me conecta ao [meu] mundo, confesso que se torna difícil viver [e reconhecer] o quão dependente sou de uma rede wi-fi. Estas modernices são tramadas. E ainda não chegam a todo o lado [não a todo o lado onde vou]. Também é bom desligar e não viver dependente da bateria que tenho ou dos giga bytes que ainda posso gastar em dados moveis. Mas também não é fácil perder as últimas novidades das redes sociais. Eu sou aquela pessoa que procura estabelecimentos com wi-fi e aquela que no restaurante escolhe a mesa mais próxima da tomada para poder pôr o telemóvel a carregar. A questão é: há cada vez mais pessoas como eu. Cada vez mais pessoas ainda mais dependentes destas conexões do que eu. E o mundo [e não estou apenas a falar do mundo destes conectados] vai adaptar-se a isso. Os estabelecimentos vão passar a cobrar o wi-fi e as mesas mais requisitadas serão aquelas que escolho sempre, as que têm a tomada mais perto. E não me julguem. Estar conectado [na medida certa] é importante. Mais importante ainda é desconectar uma vez por outra. É o dia-a-dia dos dias que vivemos. É usar a bateria do coração acelerado, estabelecer ligações que criem as redes que nos fazem respirar, publicar aquilo que nos faz feliz e bloquear os momentos menos bons, aprender com os erros antes de ligar o corretor automático, emojinar um futuro de sonho e recarregar baterias para que tudo funcione. É recomeçar todos os dias a navegar e fazer atualizações quando acharmos que o tempo nos está a ultrapassar. É disto que sou dependente. De viver. E vivo na tecnologia dos dias que correm. Na conexão e na desconexão [esporádica, claro]. "Antigamente, isto não era nada assim". Eu sei. Mas agora é [e ainda bem]. 

 

Atualizem-se [e mandem a palavra passe do wi-fi ;) ]

 

Carol

15.Abr.17

A tua Páscoa é diferente da minha [e cada uma é boa à sua maneira]

Fim-de-semana de Páscoa. Fim-de-semana [prolongado] que muitos aproveitam para sair de casa e [com poucas exceções à regra] viajar até outras casas. As dos pais [ou as nossas], dos avós, de família ou de familiares [que só conhecemos mascarados de coelhos da Páscoa]. Não se sintam excluídos se não viajaram ou se o vosso fim-de-semana não foi prolongado pelo feriado de sexta-feira. Mas não podem dizer que se esqueceram que estamos na Páscoa [ontem deu na televisão o filme em que o Diogo Morgado representa o papel de Hot Jesus e isso não pode passar despercebido]. Este ano viajei [caso contrário esta conversa toda tinha sido desnecessária] e já vi alguns coelhos da Páscoa por aqui. Quer dizer, qual é a diferença entre um coelho da Páscoa e um coelho "normal"? É a mesma diferença que há entre o Pai Natal e o nosso Pai? [se estou a destruir os vossos sonhos então esqueçam o que escrevi] Mas estamos numa época familiar, de recordações e de viagens [mesmo que o lugar seja o mesmo do resto do ano ou que a sexta-feira seja pouco ou nada santa]. É, muitas vezes, o regresso às tradições [às distribuições das amêndoas e dos ovos de chocolate]. Muitos não sabem o verdadeiro significado da Páscoa [e outros nem sequer se importam]. Acho que isso não é problema, porque independentemente do significado que cada um atribui a esta altura do ano, a felicidade é uma das coisas que mais se sente no ar. Inclusive, deve estar cientificamente comprovado que a Páscoa provoca aumentos significativos no bem estar das famílias [no valor da conta dos almoços nos restaurantes, nos anúncios aos folares, no tamanho dos ovos de chocolate e no peso da maioria da população]. As pessoas unem-se sempre que essa união envolve comida, já pensaram? E, não importa o que, verdadeiramente, significa a Páscoa. Importa como cada um a vive [e como esta época reúne famílias e coelhos].

 

O restaurante onde estou a escrever este post está cheio de famílias [aparentemente felizes e cheias de fome]. Tenham uma Páscoa feliz,

 

Carol

13.Abr.17

O jarro de água [e sem água] cá de casa

Cá em casa temos um jarro de água. É dele que nos servimos sempre que a sede aparece. O problema é que estamos a chegar àquela altura do ano em que a sede aparece muitas vezes. E o jarro aproveita-se da situação para ter algum protagonismo [já que fica no seu canto o resto do ano, ali sem ninguém lhe dar muita atenção]. Agora anda de mão em mão. E, atenção, eu não estou com ciúmes do jarro, mas é uma situação que me tem incomodado [um bocadinho] ultimamente. O jarro está sempre cheio. Sempre. Até que chega a minha vez de encher o copo e nem uma gota é capaz de cair. Podia, por hipótese, dizer que o objeto também tem direito a ter sede e, então, beber da própria água que transporta, mas prefiro não ir por aí [porque é verdade que a casa tem muita vida, mas há coisas que têm limites, e que eu saiba este jarro não pertence ao elenco d' Bela e do Monstro]. É impressionante, a sério. Todos enchem os copos e nunca ninguém quer encher o jarro. Com a chegada do calor [e se as coisas continuam assim] vou optar por fazer uma tabelinha em Excel [e eu nem sei trabalhar bem com isso] para colar no frigorífico com um horário sobre quem fica responsável por encher o jarro nos diferentes momentos do dia. A hora de ponta [em que o jarro mais circula e em que os olhares se cruzam em cima da mesa para tentar definir quem é o funcionário de serviço] é a hora de jantar. E como sou eu a única preocupada em resolver esse problema, tenho prioridade de escolher o meu horário [talvez fique com aquela hora em que ninguém se lembra que o jarro existe, pelo fresquinho da manhã]. E, finalmente, acabar-se-ão as desculpas como o "esqueci-me de encher o jarro" ou "não consegui abrir o garrafão para encher o jarro". Tenho pensado muito sobre o assunto e talvez a solução seja arranjar um balde em vez de um jarro [ou uma família que beba menos água]. Entretanto, vou começar a treinar as minhas habilidades para trabalhar com o excel [porque mais depressa aprenderei a fazer o horário para colar no frigorífico do que o jarro se encherá para o jantar de logo à noite]. Vamos aprender a controlar a sede, a abrir garrafões e a evitar os esquecimentos. Vocês não têm "jarros" aí por casa? E famílias cheias de sede? Estes dois elementos fazem toda a diferença entre um jarro de água com água ou um jarro de água sem água [é importante ter atenção a isso].

 

Está oficialmente aberta a época do "Jarro Vazio Que Ninguém Quer Encher, Mas de Onde Todos Querem Beber" [e que época tão familiar!],

 

Carol

11.Abr.17

Adoro filmes da Disney. E adorei Moana.

Estive a ver o filme Moana [em português, Vaiana]. Sim, o filme já é do ano passado e, sim, é um filme de animação da Disney. Mas eu adoro filmes de animação e adoro a Disney [e, na verdade, ainda adoro ser criança]. E Moana é um dos melhores "filmes de desenhos animados" que vi ultimamente. As personagens, as cores, as músicas, as mensagens e a imagem [renovada] da mulher como alguém independente, com coragem e vontade de seguir os seus sonhos. Esta nova princesa da Disney não precisa de príncipes [e mostra que se desenrasca muito bem sem eles!]. É [e acho isto para a generalidade dos filmes de animação mais recentes] um filme também para adultos. Tem a complexidade certa nas coisas mais simples e uma história que nos agarra do início ao fim. Quando escolhi ver o filme, sinceramente, não esperava ver algo tão bom. Tão leve e feliz [com aquele cheirinho a verão]. A Disney está sempre muito à frente [e se virem o filme vão perceber do que falo]. Fiquei rendida. A tudo [como já disse], mas principalmente às músicas, à Moana e ao seu cabelo [ai que cabelão!]. Este filme entrou imediatamente no top dos meus filmes favoritos da Disney [admito que é um top grande, mas chega para todos]. Vou ver novamente [sempre que me apetecer]. Quanto a vocês, acho que não precisam de ser crianças para ver Moana. Vejam e depois do filme logo falamos sobre a vontade que dá de voltar a ter 8 anos. Mas isso é depois. Antes, somos todos muito adultos.

 

Tinha de partilhar convosco,

 

Carol

 

[Em baixo, a minha música preferida do filme. Ainda não consegui parar de a ouvir, é viciante.] 
[Para ouvirem a versão portuguesa carreguem aqui]