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it's carol

Um blog sobre tudo. Sobre o que me apetecer. Acima de tudo, sobre o que sou.

11.Dez.17

Como lidar com aquela pessoa que acha que sabe sempre tudo sobre tudo

carol
Todos nós conhecemos uma pessoa que acha que sabe sempre tudo sobre tudo. Aliás, tu considera-te uma pessoa com muita sorte se só conheceres uma pessoa assim. A verdade é que elas andam por aí espalhadas [e não são poucas!]. E ainda mais verdade do que isso é que dá sempre vontade de dizer umas quantas coisas a essas pessoas, no entanto esquece, elas como pensam que sabem sempre tudo já nem querem ouvir nada do que tu tens a dizer. Então estas [tentativas de] dicas são para ti
27.Nov.17

Estamos bem. E temos saudades.

carol
A vida foi tramada quando te quis só para ela. Nós queríamos-te perto. E tu dividias-te. Eras nosso e eras da vida. Para ser totalmente justa, eras vida. E não foi fácil quando, depois de tudo o que lhe deste, ela te quis por inteiro e te levou sem nos avisar. As memórias mantêm-te por aqui constantemente, ainda que no silêncio daqueles que não estavam, nem nunca estariam, preparados para te ter apenas na memória. E no coração. Ias gostar do que tem acontecido nos últimos (...)
24.Nov.17

Sem tempo para ter tempo

carol
Tivesse eu tempo. Tempo para o tempo que gostaria de ter. Tempo para aproveitar os lençóis quentes nestas manhãs gélidas, as meias grossas no chão do meu espaço, o comando da televisão cá de casa, o sol das tardes de novembro e os finais bonitos destes dias curtos. Tempo para as pessoas que também não têm tempo. Tempo para viver com calma a pressa dos dias que correm e nos obrigam a persegui-los. Tivesse eu tempo. Tempo para me lembrar que há tempo. Para olhar para o (...)
13.Nov.17

Manhãs de novembro. Pela minha janela.

carol
E perdemo-nos nas coisas mais simples da vida. Hoje perdi-me na luz quente que entrava no meu quarto pela manhã. Perdi-me na possibilidade de ficar para sempre a sentir o sol de novembro na pele fria destes dias que, finalmente, estão a dar o tempo que o tempo precisa. Abri a janela até entrar o frio, até as mãos estarem geladas, até os pés pedirem as meias e o corpo uma manta quente. Fechei-a quando o sol deixou de incidir nos vidros e deixou de aquecer tudo o que se estava a (...)
30.Out.17

Então agosto, quando vais embora?

carol
 Querido mês de agosto, Não sei o que se anda a passar. O mês de outubro nunca esteve tão igual a ti. Tu, seu malandro, ainda cá andas, não andas? Disfarçado, eu sei. O sol nunca esteve tão forte, nem as noites estiveram tão quentes. O casaquinho só funciona até meio da manhã [e é porque parece mal sair de casa quase em novembro com camisolas de manga curta]. As sandálias [até essas] ainda não foram arrumadas. O céu permanece azul e, apesar dos dias serem mais pequenos, (...)
25.Out.17

Guarda o mar na alma

carol
Ensina-lhe tudo o que sabes sobre o mar. Ensina-lhe que o mar não tem fim. Aliás, ensina-lhe que somos nós que desenhamos o fim ao mar. Mostra-lhe como é bonito ver o sol perder-se nesse infinito e esconder-se para lá da linha do horizonte ao final do dia. Mostra-lhe como há mar para todos. Aliás, mostra-lhe que o mar é de todos e dele próprio. Explica-lhe que as palavras podem ser do tamanho do mar. Explica-lhe que as palavras podem provocar mais tempestades do que as ondas do (...)