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it's carol

Um blog sobre tudo. Sobre o que me apetecer. Acima de tudo, sobre o que sou.

16.Out.17

O pior dia do ano em Portugal...

carol
Percebi que tive um fim-de-semana normal. Percebi que aquele que foi considerado "o pior dia do ano" para mim nada mais tinha sido do que um domingo em família. Percebi que as chamas não estavam tão longe assim, tendo em conta que todos os distritos do país foram apanhados pelas chamas. E por aqui estava tudo normal. Para mim o calor era humano, o fogo expressava-se em sentimentos fortes e os corações estavam quentes por estarem reunidos num dia de descanso. É outubro. É o fim do (...)
12.Out.17

Vamos ao Mundial, mas antes eu preciso de descansar!

carol
Está a ser uma daquelas semanas que parece ter tido direito a prolongamento. Houve um empate entre a agitação e o cansaço. Os minutos têm-se estendido para lá do tempo regulamentar, essa é a verdade. O que queria mesmo era fazer uma finta a estes dias compridos e ocupados, chutar para canto o trabalho [que não tem sido pouco] e pedir a substituição por uma semana que me permita, ao menos, usufruir de mais horas de sono. Ser convocada [pelas tarefas da vida] tem o seu lado bom, (...)
02.Out.17

Votei pela primeira vez. Quando sai o prémio?

carol
Fui votar pela primeira vez. Com a crença de que por de trás dos partidos estão as "pessoas inteiras". Aquelas que têm estado em todo o lado nos últimos tempos. Os telejornais não suportam mais beijos e abraços pelas ruas deste país, mas as urnas recebem de mão beijada as cruzes desenhadas nos papelinhos. Os chamados boletins de voto. Podiam ser o boletim de vacinas [que esta época é propicia às constipações]. Mas doenças à parte, acho isto bom para a saúde [dos que (...)
27.Set.17

Os sonhos andam para a frente quando sonhas de pé.

carol
Sou uma sonhadora compulsiva. Tenho sonhos. Muitos. Alguns esqueço, outros estão constantemente na minha memória. Os primeiros [aqueles que esqueço] costumam aparecer à noite e desaparecem ainda antes de os poder tapar com os lençóis enquanto faço a cama. Os segundos [aqueles que a memória não apaga] aparecem de dia e adormecem comigo depois de o sol se pôr. Sonho com muito. Sonho que fujo, salto, corro, rio, choro, estou sozinha, acompanhada, em casa, na rua, na faculdade, num (...)
22.Set.17

Os marcadores das páginas que fazem histórias

carol
Tenho muitos marcadores de livros. Uns utilizo, outros guardo em gavetas. Mas nunca os repito. Muitos livros já trazem o seu próprio marcador, mas quando não é esse o caso e quando [entre todos os que tenho] escolho um e o coloco [pela primeira vez] numa página, tenho a certeza que ele jamais conhecerá outra história. Os marcadores nada mais fazem do que auxiliar a nossa memória e garantir que depois dos instantes em que abandonamos a história, regressamos exatamente onde (...)
18.Set.17

Ainda sei olhar para o calendário

carol
Ainda no ritmo lento do regresso às rotinas, apercebi-me que a memória falha em coisas simples. Uma delas no calendário. Já não me lembrava o que era dividir a semana em dias, nem os dias em horas. Reavivo agora a memória e [no mesmo calendário onde há um mês ser segunda ou sexta-feira tinha exatamente o mesmo significado] reaprendo a viver as sextas e a sobreviver às segundas. Já não sabia qual era a sensação de já ser quarta-feira, a metade, o meio-da-semana, o (...)