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Sim, a Madonna está em Lisboa

Muito se tem falado sobre a Madonna esta semana. Ao que parece a cantora está em Lisboa. Ou muito me engano ou quis vir conhecer pessoalmente o Salvador Sobral, porque se fosse para conhecer o Papa tinha ido diretamente para Fátima [e mesmo assim já ia tarde]. A rapariga não pode andar descansada numa cidade tão bonita como Lisboa que as notícias na internet estão constantemente a ser atualizadas sobre o último local onde Madonna foi vista. E, sinceramente, não percebo. Ando todos os dias em Lisboa e nunca ninguém se mostrou minimamente interessado com isso. Talvez eu seja um pouco mais discreta, menos conhecida, menos internacional... Pronto, é verdade, talvez esteja a fazer uma má comparação. Mas nem consigo contar os artigos publicados com as palavras "Madonna" e "Lisboa" na mesma frase. Cá para mim [e aqui entre nós] a rapariga veio aprender a amar pelos dois [é que segundo o que se diz por aí, às vezes é com cada desgosto amoroso]. O que é certo é que ela não está cá like a virgin, conhece bem os cantos à casa [pelo menos, anda a fazer por isso]. Percebo que seja entusiasmante receber uma celebridade assim por cá, mas estamos a tratá-la como uma material girl. Deixem-na aproveitar este tempo bom, a felicidade portuguesa que sobrou do fim-de-semana passado e umas quantas regalias a que Madonna tem direito [e oportunidade]. Acho [mas isto é o que eu acho] que ninguém vai ficar mais ou menos feliz por saber que ela esteve no Liceu Francês e que [por isso, apenas por isso] está a pensar colocar o miúdo lá a estudar. É a notícia mais recente que já corre as redes sociais e que me faz pensar se ela não estará enganada a pensar que está em França...

 

Se [por mero acaso] se cruzarem com ela por aí, mandem-lhe cumprimentos e [já agora] mostrem-lhe quem é que mandonnaqui,

 

Carol

Não me desculpei. No dia das desculpas para faltar.

Hoje [de acordo com a Rádio Comercial] é "dia das desculpas para faltar ao trabalho". E, acreditem, [hoje] não me faltariam desculpas para não pôr os pés na faculdade. Para começar, é quinta-feira [qualquer dia da semana, principalmente os do fim, são bons para ficar por casa]. Depois, houve greve na Soflusa [bela greve, sim senhora!] e esta seria a melhor [e verdadeira] desculpa que podia dar para ninguém me ver por Lisboa. Mas, saí de casa. Pronta para enfrentar mais um dia. E que dia. Chuva e frio [a junção perfeita para dar faltas em qualquer que seja a situação]. E trânsito [tanto trânsito!]. As estradas estavam o caos [se conseguíssemos andar dois metros a cada vinte minutos era milagre]. Sabem, parecia mesmo que tudo estava feito para faltar ao "trabalho". Motivos, esses, eram mais que muitos. No meio de toda a agitação matinal, pensei que não chegaria a horas da primeira aula, mas [nem vão acreditar] o meu professor ficou preso no trânsito e atrasou-se [tanto quanto eu!]. Podia não ter vindo [ainda cá estou. na faculdade.], mas se vos disser que assim que parei o carro, desatei a correr até à sala para compensar o atraso, acreditam? Isto sim, é amor. E vontade de não querer usar "este" dia para faltar ao "trabalho". Porque amanhã é sexta-feira e será muito mais interessante [sem faltar novamente] ouvir as desculpas daqueles que sem desculpas nenhumas, se desculpam por terem a culpa de faltar [sempre e só porque lhes apetece!].

 

Depois de uma longa [longaaaa] quinta-feira,

 

Carol

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Coisas que ficam esquecidas no metro [tipo uma mochila com 5 mil euros!]

O que me traz hoje: falar sobre algo que encontrei e, logo a seguir, lamentei não ter encontrado. Uma mochila com quase cinco mil euros esquecida no metro de Lisboa. Isso mesmo, leram bem, cinco mil euros. [Queria estar a ver a vossa cara neste momento!] Encontrei a notícia, não encontrei a mochila [desculpem se vos desiludi]. Deparei-me há pouco com a notícia e [como já disse] gostaria de me ter deparado também com a mala. Ao que parece alguém teve essa sorte [por enquanto vamos chamar-lhe assim!]. Ando de metro [em Lisboa] todos os dias [e esta era a oportunidade perfeita para viver uma aventura à filme] por isso é que, de alguma forma, senti que tinha de expressar-me relativamente a este assunto. Não é difícil perder e achar coisas num dos transportes mais utilizados da capital. As pessoas entram e saem a um ritmo que entretém qualquer profissional na arte de observar [identifico-me com esta definição de curioso que acabei de criar]. Mas nunca encontrei nada para além de lixo que [não compreendo porquê] as pessoas deixam nos bancos talvez por esquecimento propositado [e esse tema ia fazer com que me dispersasse do que realmente me trouxe ]. Já viram o que é encontrar uma mochila com 5 mil euros? Na verdade, uma mochila com um telemóvel e 4600 euros em notas do Banco Central Europeu. O cidadão que encontrou a mochila contactou a Divisão de Segurança dos Transportes e a mala acabou por ser devolvida pela polícia ao proprietário, um turista a passar férias em Portugal. Normalmente, em histórias como esta, há sempre uma recompensa da parte de quem "se esquece". Neste caso que vos conto, não faço ideia se houve ou não uma recompensa. Só sei que se tivesse sido eu a encontrar a mochila [ok, as probabilidades de isto me acontecer a mim são muito reduzidas, mas deixem-me sonhar], primeiro acho que nem lhe tinha ligado nenhuma porque sou sempre muito distraída quanto aos bens materiais que andam por aí perdidos [gosto mesmo é de observar pessoas]. Contudo, se tivesse sido eu a "sortuda", viveria isto com a maior adrenalina [e escolheria uma boa banda sonora para me acompanhar no momento em que entregaria a mala às autoridades]. Mesmo à filme. E, depois, se recebesse alguma proposta de recompensa [na parte final do filme, em que tudo acaba bem] aceitava. Claro que aceitava. E até escolhia sem pensar duas vezes. Queria ter o passe carregado para o próximo mês. É que os preços aumentaram e, se continuar a andar de metro em Lisboa, aumenta a probabilidade de encontrar coisas perdidas nos bancos. Lixo e coisas assim [que dão jeito ficar esquecidas]. 

 

Encontramo-nos por aí [quem sabe no metro],

 

Carol

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