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it's carol

Um blog sobre tudo. Sobre o que me apetecer. Acima de tudo, sobre o que sou.

14.Fev.18

Músicas de amor... com pouco amor!

carol
As músicas cantam quase sempre o amor. Então como seria se os apaixonados [que supostamente também cantam amor] falassem apenas utilizando frases de músicas românticas? Tentei dar resposta a esta questão e o resultado está no diálogo que se segue: Ela: Ainda te lembras amor, como tudo começou? Se te esqueceste eu não... Nosso primeiro beija-beija foi atrás da Igreja num (...)
24.Nov.17

Sem tempo para ter tempo

carol
Tivesse eu tempo. Tempo para o tempo que gostaria de ter. Tempo para aproveitar os lençóis quentes nestas manhãs gélidas, as meias grossas no chão do meu espaço, o comando da televisão cá de casa, o sol das tardes de novembro e os finais bonitos destes dias curtos. Tempo para as pessoas que também não têm tempo. Tempo para viver com calma a pressa dos dias que correm e nos obrigam a persegui-los. Tivesse eu tempo. Tempo para me lembrar que há tempo. Para olhar para o (...)
13.Nov.17

Manhãs de novembro. Pela minha janela.

carol
E perdemo-nos nas coisas mais simples da vida. Hoje perdi-me na luz quente que entrava no meu quarto pela manhã. Perdi-me na possibilidade de ficar para sempre a sentir o sol de novembro na pele fria destes dias que, finalmente, estão a dar o tempo que o tempo precisa. Abri a janela até entrar o frio, até as mãos estarem geladas, até os pés pedirem as meias e o corpo uma manta quente. Fechei-a quando o sol deixou de incidir nos vidros e deixou de aquecer tudo o que se estava a (...)
25.Out.17

Guarda o mar na alma

carol
Ensina-lhe tudo o que sabes sobre o mar. Ensina-lhe que o mar não tem fim. Aliás, ensina-lhe que somos nós que desenhamos o fim ao mar. Mostra-lhe como é bonito ver o sol perder-se nesse infinito e esconder-se para lá da linha do horizonte ao final do dia. Mostra-lhe como há mar para todos. Aliás, mostra-lhe que o mar é de todos e dele próprio. Explica-lhe que as palavras podem ser do tamanho do mar. Explica-lhe que as palavras podem provocar mais tempestades do que as ondas do (...)
02.Out.17

Votei pela primeira vez. Quando sai o prémio?

carol
Fui votar pela primeira vez. Com a crença de que por de trás dos partidos estão as "pessoas inteiras". Aquelas que têm estado em todo o lado nos últimos tempos. Os telejornais não suportam mais beijos e abraços pelas ruas deste país, mas as urnas recebem de mão beijada as cruzes desenhadas nos papelinhos. Os chamados boletins de voto. Podiam ser o boletim de vacinas [que esta época é propicia às constipações]. Mas doenças à parte, acho isto bom para a saúde [dos que (...)