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it's carol

Um blog sobre tudo. Sobre o que me apetecer. Acima de tudo, sobre o que sou.

26.Jun.17

Fui ao casino pela primeira vez

Podia começar por dizer que venho falar sobre uma experiência que me marcou. Mas não. Nada disso. Não me marcou nada, mas não deixou de ser uma experiência e por isso [e por não ter mais nada para contar] hoje é sobre isto que escrevo: fui ao casino. Entrei num casino pela primeira vez. Nada planeado, confesso. Fomos [sim, não estava sozinha] assistir a um espetáculo e acabámos por não resistir à tentação de espreitar o interior de um casino pela primeira vez. É claro que nos pediram identificação. Primeiro porque estamos longe de parecer maiores de idade, segundo porque estávamos tão apreensivos com esta aventura que não conseguimos desviar o olhar do segurança até ele nos pedir para mostrar o cartão de cidadão. Ficámos aliviados [e um tanto orgulhosos] por nos ter deixado entrar depois de confirmar que tinha à sua frente dois jovens adultos [que estavam, visivelmente, nervosos por entrar num casino pela primeira vez]. A partir daí, já nos sentíamos em casa. Não, sentiamo-nos num museu. Vimos tudo, com toda a atenção que conseguimos, e nunca tocámos em nada. Eu mal sei jogar às cartas quanto mais apostar naqueles jogos e naquelas máquinas que agarram as pessoas e as levam a apostar fortunas. Isso era a ideia que eu tinha. Senhores de fato, senhoras com grandes decotes e envelopes cheios de dinheiro. Bem, talvez não seja bem assim. Havia senhores de t-shirt e senhoras sem decotes [estava uma noite fria]. E, quanto aos envelopes cheios de dinheiro, nem vê-los. Cheios de luz [e talvez de dinheiro] estavam os olhos dos apostadores em frente às máquinas. Tudo aquilo é um universo paralelo àquele que eu conheço [e compreendo]. Não apostámos nada [nem em nada]. E também ninguém apostou nada em nós. Mas estávamos a fazer de tudo para perceber um jogo que fosse. Nos filmes, os casinos e aquelas mesas de jogos impõem mais respeito e quase nos fazem acreditar que sabemos jogar também. Fiquei fascinada por algumas coisas, principalmente, pelo modo como as pessoas agem naquele cenário. Um cenário em que imagino sempre os mauzões da história. E é essa a imagem que vou manter na minha mente quando olhar para o casino do lado de fora [pelo menos agora já tenho a certeza que me deixam entrar!]. 

 

É mais fácil jogar ao peixinho, sabem?

 

Carol

 

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