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it's carol

Um blog sobre tudo. Sobre o que me apetecer. Acima de tudo, sobre o que sou.

17.Jun.17

Da secção: sonhos que se concretizam...

Esta coisa de termos sonhos e conseguirmos concretizá-los [por mais peculiares que eles sejam] dá muito trabalho, mas também dá uma felicidade que só não vos conto porque teriam de ter os mesmos sonhos que eu para perceberem do que falo. Escrevi aqui [ainda pouco] sobre a minha paixão pela televisão e pelo universo da ficção nacional. Para os mais distraídos e para aqueles que passam aqui no blog só para confirmar se eu insisto em continuar a partilhar aquilo que me vem à cabeça, ando a seguir [sem perder pitada] a novela da noite da TVI, Ouro Verde. Confessa, já dedicaste a esta novela [pelo menos] cinco minutos da tua atarefada vida [que não te permite ver novelas] para apreciar a [incrível] prestação do Diogo Morgado ou para admirar a representação [também incrível] da Joana de Verona. Vá, deixa-te lá de coisas, depois dos jogos de futebol, as novelas são o programa mais visto em Portugal e, por sinal, estão cada vez melhores!

 

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Falei de sonhos. De concretizar sonhos. E é por isso [ainda sob o efeito da adrenalina] que escrevo sobre um dia em que concretizei mais um sonho. Visitei os estúdios da Plural Entertainment [que é SÓ a produtora televisiva de Ouro Verde e de muitas outras novelas portuguesas]. Bem, que realidade diferente da ficção chega ao nosso ecrã! Tinha muitas expectativas, confesso. Imaginava uns bastidores diferentes daqueles com que me deparei. Foi uma tarde incrível. De repente, tudo o que vejo todas as noites no ecrã da minha televisão estava ali, nos corredores, nas salas, nos cenários, nas personagens e nas pessoas [que são pessoas e são diferentes das personagens, mas okay, isso eu sei distinguir!]. Tem outra magia.

 

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A Inês Cortez [a quem devo o maior agradecimento, porque foi graças a ela que tudo isto foi possível] recebeu-me e mostrou-me todos os cantos de um universo que me faz acreditar que há muitas [e boas] histórias para contar. Comecei a visita aos estúdios abençoada pelo Padre Sebastião, o divertido Ângelo Torres [que pediu para ser mencionado aqui no blog]. Cumpro com o que prometo e não posso deixar de admitir que a bênção surtiu efeito e se verificou ao longo da visita. Cruzei-me com os atores e os técnicos. No fundo, tentei agir como se tudo aquilo fosse apenas mais um dia normal para mim [mas eu acho que não dava para disfarçar o meu ar de felicidade [disso tenho consciência!]. Assisti às gravações e até tive direito a visitar a produção que une as peças deste puzzle e faz com que tudo ganhe sentido para que possamos, mais tarde, ver a novela na tranquilidade do nosso lar [mesmo que seja só para apreciar as prestações incríveis dos nossos atores! Eu sei que a maioria se preocupa muito em perceber se o Pedro Carvalho dorme com ou sem t-shirt!]. Fiquei fascinada com as capacidades que um computador tem para criar uma explosão onde nunca se sentiu sequer o cheiro a fumo [desculpem, mas as cenas que envolvem explosões são emocionantes e eu vou continuar a querer acreditar que, para o bem de uma telenovela, se explode um carro novinho em folha]. Tive a fantástica oportunidade ainda de conversar com o produtor de Ouro Verde, José Retré, que tão simpaticamente me explicou alguns dos segredos deste mundo que me fascina [agora ainda mais!]. Atrás das câmaras, atrás do lado que nós, espectadores, não vemos, estão mais de 100 profissionais [só numa produção como esta!]. Não fazia ideia. E, não estivesse ainda a minha felicidade suficientemente preenchida, pude estar com o Diogo Morgado. Ao vivo e a cores. O grande protagonista desta novela. A mesma pessoa por quem já me apaixonei uma vez [e não é que me voltei a apaixonar?]. O Diogo foi muito simpático e atencioso. Ao ponto de me agradecer pelo que escrevi sobre Malapata aqui no blog, o filme que realizou e que estreou há uns meses nas salas de cinema. As pernas tremeram [é verdade], mas aguentei-me firme. 

 

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Concretizarmos os nossos sonhos é arriscado. Ainda para mais quando isso envolve cenários onde diariamente ocorrem cenas com um alto caráter dramático e computadores que fazem com que carros expludam. Onde os sonhos ganham vida [e levam tempo] para que no ecrã tudo seja ainda mais dramático e as explosões nos façam ir verificar se o nosso carro está em segurança. E tudo se torna mais arriscado ainda quando o Diogo Morgado está por perto e te diz que leu o teu blog. Sobrevivi. Vivi um sonho. Na realidade da ficção.

 

Agradeço a todos com os quais tive a oportunidade de me cruzar. O ambiente é completamente espetacular. Repetia a experiência [todas as vezes que fosse possível fazê-lo!]. Obrigada, Inês e Madalena! Foi bom conhecer-vos também!

 

Sou feliz com estas coisas. E com finais felizes também [mas sobre o final de Ouro Verde, ninguém me revelou nada...],

 

Carol

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